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Dermatologia
DRA. NATÁSSIA PIZANI

Médica  formada pela Universidade Federal Fluminense, Especialista em Dermatologi pela Universidade Federal Fluminense, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia

 

Contato: Rua Cel Joaquim Costa,215  Telefone: (35) 3551-0414

Guaxupé

Entre os métodos de tratamento para rejuvenescimento da pele  está o microagulhamento ou indução percutânea de colágeno por agulhas, procedimento realizado através de um dispositivo de microagulhas que estimulará a formação de novo colágeno na derme e aumento de sua vascularização. Dessa forma, a pele adquire um aspecto mais jovem, viçoso e renovado.

 

Indicações

 

As principais indicações são: redução de rugas finas, estrias, flacidez, cicatrizes de acne ou pós-cirúrgicas, melhora de poros e textura da pele. Além disso, estudos mostram atenuação das manchas de melasma refratário a outros tratamentos e estímulo do crescimento capilar em alguns tipos de alopecia.

 

Dói?

 

Por mais “agressivo” que possa parecer, o procedimento não é doloroso, pois é feito sob anestesia tópica ou injetável.

 

Quais as vantagens?

 

Por não remover completamente a epiderme, o microagulhamento apresenta certas vantagens comparado a métodos ablativos como peelings e alguns lasers, de modo que o tempo de recuperação é bem menor, não há dor no pós-procedimento e o risco de formação de manchas é bastante reduzido. Portanto, trata-se de um procedimento seguro para peles morenas e negras.

 

Em quanto tempo se pode perceber os resultados?

 

Os resultados são percebidos após cerca de dois meses, já que a “fabricação” do novo colágeno é um processo lento. O número de sessões varia conforme a condição a ser tratada, bem como o intervalo entre elas.

 

Quem não pode fazer?

 

Como todo procedimento estético, existem algumas restrições, por exemplo, pacientes com tendência a formação de queloides, presença de infecções ativas e lesões malignas ou suspeitas de malignidade na área a ser tratada. Por isso, o procedimento deve ser feito em consultório dermatológico para que as condições clínicas do paciente possam ser avaliadas. É bom lembrar que os dispositivos não são reutilizáveis, nem no mesmo paciente, e tampouco devem ser reesterilizados, uma vez que o calor prejudica o corte das agulhas.

Portanto, eis uma modalidade segura e com custo-benefício satisfatório para renovação da pele, atenuação de manchas, cicatrizes, flacidez e estímulo de crescimento capilar.

 

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