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Meíta Bardi, colunista

meitabardi@yahoo.com.br

CAETANO CURY

 

Meíta me convidou pra participar da coluna. Fiquei feliz. Vamos lá. Minha ficha: Caetano Cury Nardi, 33 anos, marido de Patrícia Romeiro Murari, filho de Adriano Delorenzo Nardi e Léa Cury Delorenzo Nardi, irmão de Olívia Cury Nardi, avós paternos José Nardi Neto e Wanda Aparecida Delorenzo Nardi, avós maternos Kaled Cury e Tereza Pasqua Cury.

Nasci em Caçu, Goiás. Antes de completar um ano de idade, já morava em Guaranésia, perto da Praça da Matriz. Estudei na Escola Estadual Carvalho Brito. Fiquei lá até os 12. Depois virei aluno do Estadual de Guaxupé. Fiquei no Ginásio até terminar o terceiro colegial. Então, fiz faculdade de Comunicação Social no Unifeg.

Estava no segundo ano do ensino médio quando comecei a trabalhar na Rádio Comunitária. Era 2002. Em 2003 fui pra Rádio Clube. Em 2004 voltei pra Comunitária. Fiquei lá até 2011, quando fui pra Clube de novo. Em 2012, fui trabalhar em Ribeirão Preto, na rádio BandNews FM e na Rádio Bandeirantes, meu primeiro contato com o jornalismo fora de Guaxupé.

Em 2013, ainda em Ribeirão Preto, fui pra Rádio CBN, da EPTV. Em 2014, comecei a trabalhar na Rádio Bandeirantes de São Paulo. E aqui estou há quatro anos. Na RB fui produtor, repórter, âncora. Hoje, sou um dos apresentadores do programa Rádio Livre. Vai ao ar de segunda a sexta, das 14h às 17h. Dá pra ouvir pelo aplicativo Band Rádios ou pelo site www.radiobandeirantes.com.br.

Antes de apresentar o Rádio Livre eu fazia reportagem na rua. Polícia, política, cidades, trânsito, saúde, educação. Um pouco de tudo. Em 2015 e 2016 fiz uma série de radiodocumentários. Um deles me deu o Prêmio Vladimir Herzog de Jornalismo e Direitos Humanos. A matéria mostrava o drama de familiares de pessoas desaparecidas. O título era: Mães da Fé. Coloquei no YouTube.

Hoje é tudo digital. Mas no começo era fita cassete. Eu brincava de rádio quando criança. Talvez por causa do meu avô, pai da minha mãe, que era radialista. Ele morreu pouco depois de eu nascer. Mas cresci ouvindo histórias dele. Também cresci em meio aos quadros que a minha mãe pintava. E correndo pelos pastos onde meu pai me levava. Hoje gosto de pintar pastos e estradas de terra. Por que será?

O rádio é minha profissão. A arte é minha terapia. Estou desbravando a aquarela. Antes, fazia quadrinhos com caneta preta. E pintava no computador. Em 2014 comecei a estudar aquarela. Fiquei um tempo sem fazer quadrinhos. Agora, estou tentando juntar as duas coisas: traço com caneta e manchas de aquarela. É a série Téo & O Mini Mundo (www.teoeominimundo.com.br).

Minha busca é por um modelo de quadrinhos 100% feito a mão. Mas distribuído pela internet, por enquanto. Talvez um dia eu publique em versão impressa. Nada supera a sensação de ler no papel. Falando nisso, meu espaço nesta página está acabando. Agradeço a você que leu até aqui. Obrigado à Mídia pelo espaço e à Meíta pelo convite. Foi uma honra.

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