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Psicanálise
Marilete Vieira Zampar

TRANSTORNO DISRUPTIVO DA DESREGULAÇÃO DO HUMOR (TDDH)

A autora possui Formação e Pós-Graduação: Letras - FFCL R.P., Psicanálise – UNIFRAN, Psicopedagogia – UNISANTANA; Psicodrama Nos Distúrbios Psicossomáticos - EPP Doutorado - WDU; Pós-Graduação em Saúde Mental – FCM Unicamp;  Pós-Graduação em  Transtornos Alimentares – FCM Unicamp; Neurociência – UFMG;  Neuropsicopedagogia – UCAM. Contato: Praça Presidente Kennedy, 102 Guaxupé – MG - Telefone: (35) 3551-0692

Este é um transtorno psíquico caracterizado principalmente por manter uma irritabilidade constante, gerando consequências para a vida da pessoa. Pode acometer crianças a partir dos seis anos ou adulto jovem.

São pessoas que se irritam facilmente e muitas vezes não conseguem frear o impulso de agressividade, agredindo física ou verbalmente.

A irritabilidade crônica grave gera consequências na família, com seus pares ou piora o rendimento escolar, não conseguindo participar de atividades que outras crianças desfrutam. A vida familiar fica comprometida devido as suas explosões de irritabilidade.

No adulto pode gerar inadaptação no ambiente profissional, prejuízo no âmbito familiar ou até mesmo problemas com a justiça, pois facilmente entra em confusão.

 

O que mais se percebe nestes casos

 

 

- A explosão de temperamento manifestada verbalmente é inconsistente com seu nível de desenvolvimento.

- Esta explosão ocorre em média três ou mais vezes por semana.

- O sujeito que apresenta estas explosões exibe um humor persistentemente irritado ou zangado a maior parte do dia, o que é facilmente observado pelos que convivem com ele.

- Essa situação estará presente pelo menos há um ano.

- Os sintomas são observados em dois ou mais dos convívios citados.

- O diagnóstico não deverá ser feito antes dos seis anos ou depois dos dezoito anos de idade.

- Normalmente podem se perceber os sintomas antes dos dez anos de idade.

- Um episódio isolado de tais sintomas não configura como transtorno.

De um modo geral os indivíduos com o transtorno sofrem consequências de seus atos, como dificuldade na integração social, dificuldade com laços afetivos. Posteriormente ao ato agressivo poderá se sentir culpado, angustiado, podendo apresentar sintomas depressivos e ansiosos.

Este transtorno às vezes poderá ser confundido com TOD que é o transtorno opositivo desafiador, para tanto seria necessário que fosse realizado um diagnóstico a fim de se conduzir devidamente o tratamento.

No caso da criança, o tratamento pode ajudar a modificar o quadro para minimizar os efeitos, a fim de não potencializar na adolescência e na vida adulta. Muitas vezes se tornará necessário o uso de medicamentos para estabilizar o humor.

No adulto também é muito importante a procura por um tratamento, para que afete menos a profissão e os relacionamentos.

No caso de crianças cujos desejos são satisfeitos sem os limites necessários, caso aconteça de estar presente este transtorno, os danos e sofrimento serão bem mais sérios.

Um grande abraço!

 

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